quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Vencedores do concurso - "Letra de rap sobre as bibliotecas escolares"

No 1.º período, no âmbito  da comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, as bibliotecas do agrupamento promoveram o concurso "Letra de rap sobre as bibliotecas escolares" que teve como objetivos valorizar as BE junto da comunidade escolar, assim como estimular a imaginação e a capacidade criativa dos alunos.

O concurso, dirigido aos alunos do 6.º ano e do 3.º ciclo, contou com a participação de vários trabalhos.


Aqui publicamos os trabalhos vencedores.  
Parabéns a todos os participantes e, em especial, aos alunos vencedores!

ESCOLA BÁSICA INFANTE D. HENRIQUE

A Biblioteca escolar
muito tem para dar:
no computador podes trabalhar;
com os amigos podes estudar;
os trabalhos podes fazer;
livros consultar e ler.

A biblioteca escolar
é um prazer;
não é só livros
mas aprender!

A biblioteca escolar
tu deves frequentar!
Não é aborrecido!
Basta experimentar.
Vais-te impressionar,
não te vais arrepender!
É um ótimo sítio
para nos tempos livres
entreter.

A biblioteca escolar
tu deves frequentar!
Ajuda-te a ser pessoa
e a tua aprendizagem
aperfeiçoa.

A biblioteca escolar
pode te fazer sonhar.
Por isso frequenta-a
e terás muito a ganhar!


Autora: Laura Maria Sequeira Oliveira, n.º 14, 8.º B



ESCOLA BÁSICA D. LUÍS DE LOUREIRO

Na biblioteca escolar
Muitas coisas podes fazer,
Ler um livro ou estudar,
Fazer trabalhos ou pesquisar

Um livro é um amigo,
Com ele sempre podes contar
A qualquer hora e a qualquer momento,
Está sempre disponível para te animar

Num livro podes viajar
Por lugares nunca distantes ou imaginários
Conhecer novas culturas e tradições
Ou embarcar em aventuras de encantar.

Um livro pode trazer emoção,
Drama ou comédia,
Tristeza ou diversão
Mas, seja qual for o género,
Um livro é uma companhia
Que nos ajuda, na nossa vida

Luís de Camões ou Eça de Queirós,
António Mota ou Alice Vieira,
Shakespeare ou Anne Frank,
São alguns dos autores que podes encontrar,
Nas estantes da biblioteca escolar.

O que é importante é ler.
Com a biblioteca podes conhecer
O mundo que te rodeia,
Aprendendo a crescer!

 Autoras:  Madalena Martins, n.º10 e  Joana Bernardo, n. º9, 8ºG                    

Vencedores do Concurso Concelhio de Leitura - 2.ª fase

Já foram apurados os alunos vencedores da 2.ª fase do Concurso Concelhio de Leitura e que representarão o nosso agrupamento na final concelhia que decorrerá no dia 29 de março, na Escola Secundária de Viriato.

                                                                     4.º ano

- Francisco Gomes Pinto, n.º 12, 4.º A - Escola Básica Aquilino Ribeiro
Mara Henriques Couto, n.º 8 - Escola Básica de Repeses
Margarida Torres de Oliveira, n.º 15, 4.º A – Escola Básica de Jugueiros


5.º ano

Daniel Lopes Borralho, n.º 4 - 5.º A
- Mariana Mercier C. Saraiva, n.º 16- 5.º B
- Matilde Matos Maia e Cunha, n.º 15 - 5.º C


6.º ano 

-  Filipe Cruz Filipe, n.º 8 - 6.º B
Joana Ferreira Ferra, n.º 16 - 6.º E
Pedro Gomes Garrido, n.º 20 - 6.º F

PARABÉNS a todos os participantes e, em especial, aos alunos VENCEDORES!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Encontro com António Mota em Jugueiros


No dia 26 de janeiro, o escritor António Mota encontrou-se com as crianças do Jardim de Infância e com os alunos do 1.º ciclo da Escola Básica de Jugueiros.
Foi um momento único, de grande animação. O escritor contou a história “Pescarias” do livro “Histórias às cores” e a todos encantou com as suas palavras e com a sua presença.

As crianças do Jardim de Infância e os alunos do 1.º ciclo tiveram oportunidade de colocar algumas perguntas ao escritor que a todos respondeu com muito agrado.

O encontro terminou com a oferta, ao escritor, de um livro elaborado com os trabalhos das crianças/dos alunos, após o que se seguiu uma sessão de autógrafos. 



  





                             

O ESCRITOR VISTO PELAS CRIANÇAS...

Matilde - Sala 1 – “Gostei muito dele a contar a história, era fixe… Contou anedotas. A Alice da nossa sala perguntou-lhe o que é que ele sentia quando escrevia, ele respondeu que sentia medo e alegria, medo de as crianças não gostarem do que ele escrevia.”

Daniel - Sala 2 - “Gostei dele quando ele nos ensinou a fazer um livro, que ele fazia quando era pequeno (ele ainda sabe). Nessa altura já gostava de escrever. Ele também faz muitas poesias.”
Martim - Sala 3 - “Gostei da história que ele contou. Ele disse que ler não engorda”.
Carolina - Sala 4 -“ Gostei muito dele e achei-o bonito. Gostei muito do jogo que ele nos ensinou com gestos, que foi: ler não engorda. A história que ele contou falava da pesca e a água do rio tinha muito lixo, estava poluída. Não devemos poluir a água, senão ficamos todos doentes”.
Rodrigo – 1.º A – “O António Mota escreveu muitas histórias. A que eu mais gostei foi a da galinha medrosa que a educadora Arlete contou. Eu acho que ele ainda é muito novo e ainda vai escrever mais histórias.”
Leonor – 1.º B – “O António Mota escreve livros bonitos e engraçados. A história que eu gosto mais é a da galinha medrosa. Eu achei que ele dizia coisas muito interessantes”. 
Ana - 2.º A - “Achei o António Mota bom porque gostei muito da história que ele nos contou. Ensinou-nos a fazer um livro, ele fazia assim quando era pequeno. Foi assim que ele escreveu o primeiro livro. Ele já escreveu 90; são muitos!”
Rita – 2.º B – “O António Mota é bom a escrever livros. Gosto dos livros dele, foi divertido. Assinou os livros dos meninos que compraram. Acho que ele é igual à fotografia”.
Alexandre – 3.º ano – “O António Mota é divertido, porque ensinou-nos um jogo com gestos, que dizia “ler não engorda”. Devemos ler porque os livros ensinam-nos muita coisa. Na escola não podíamos aprender sem livros”.
Pedro Peixoto – 4.º A – “O António Mota falou bem, leu-nos uma história bem contada, com as entoações todas. Divertiu-nos imenso, com gestos e palavras. Aceitou tudo o que nós dissemos. Respondeu às perguntas todas, foi bem educado. Autografou-nos os livros que nós tínhamos comprado. Recebeu-nos educadamente, era como se nos conhecesse há muito tempo. Foi brincalhão e gostámos muito de o ter cá. Achei que ele era mais novo do que aquilo que eu pensava”.
Tiago Cabral – 4.º B - “Acho que ele era giro, na forma de falar e de contar a história, até a mudar a voz… Eu já tinha visto o escritor Tiago Salgueiro na Escola Infante D. Henrique e também gostei, mas o António Mota é mais brincalhão. Na fotografia parecia mais novo”.   


 

Ao longo do mês de janeiro, na Biblioteca da Escola Básica de Jugueiros, a educadora Arlete explorou, com as crianças do Jardim de Infância e os alunos do 1.º, 2.º e 3.º anos, a história “A galinha medrosa” de António Mota e, com os alunos do 4.º ano, a obra “A melhor condutora do mundo” do mesmo autor. Com esta atividade pretendeu-se motivar as crianças/os alunos para o encontro com o escritor e para a leitura dos seus livros.

Os alunos tiveram, ainda, oportunidade de adquirir conhecimentos na área da Formação Pessoal e Social e na área do Conhecimento do Mundo.
 
Depois de ouvirem e explorarem as histórias, as crianças realizaram trabalhos interessantes que aqui partilhamos.


 



















 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O PARLAMENTO DOS JOVENS NA ESCOLA DOM LUIS LOUREIRO



Realizou-se no passado dia 23 de janeiro, na Biblioteca D. Luís de Loureiro, uma sessão com o deputado José Rui Cruz, no âmbito da iniciativa Parlamento dos Jovens, este ano subordinada ao tema " Os Jovens e a Constituição: Tens uma Palavra a Dizer!". Estiveram presentes nesta sessão os delegados e subdelegados de todas as turmas. 

O professor Rui Martins, coordenador desta inicitiva, referiu que, chegados ao fim da 1ª fase, foi possível encontrar uma lista de deputados que representará a Escola na Sessão Distrital a decorrer no dia 20 de março: Margarida Cruz, 9.ºG e Ana Júlia Martins, 7.ºH, Suplente Mariana Silva, n.º 9, e, como candidata à Mesa da Sessão Distrital, Rita Pardão, 9.º G.


O coordenador desta iniciativa deixou um agradecimento a todos os participantes, desde logo aos alunos e aos pais, aos colegas professores, de modo especial aos Diretores de Turma, devidamente articulados pelas Coordenadoras,  e aos Auxiliares de Ação Educativa. 










sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Em memória das vítimas do Holocausto

Evoca-se hoje, dia 27 de janeiro, a memória das vítimas do Holocausto. Devemos recordar, para que nunca mais volte a acontecer tamanha barbárie. 









 


 
Estão patentes na biblioteca D. Luís de Loureiro e na Biblioteca do Infante, pequena exposições sobre os campos de concentração, bem como testemunhos de sobreviventes e recursos disponíveis sobre esta temática. Na disciplina de História, os aluno do 9.º ano, terão oportunidade de visualizar um documentário sobre esta questão, com testemunhos de alguns sobreviventes. Partilhámo-lo também neste espaço.


António Mota - 6.º G


Mergulhámos na leitura orientada da obra “ Pedro Alecrim”. O nosso olhar sobre o que lemos é muito importante. Ora façam como nós! Leiam, sintam e (re)criem um novo texto.

Outro final da história do Pedro Alecrim
Estávamos sentados à varanda e eu aprendi a pôr as cordas no cavaquinho. Olhando para ele senti uma emoção que não conseguia entender. Corri para o monte e sentei-me. Senti-me como um músico. Decidi sentar-me numa barroca, sempre ouvi dizer que temos de pedir a inspiração para se libertarem todos os nossos talentos.
Como não tenho asas para as dar à imaginação vou voar com os pés no chão. Fui à lua, mas depressa desci à terra e comecei a deslizar os dedos pelas cordas do cavaquinho.
Alguns instantes depois, aproxima-se de mim um jovem  que disse:
      -Tocas bem pá, onde costumas tocar?
Espantado e confuso com a pergunta respondi:
      -To-to-to-tocar, eu nunca estudei música, isto que eu fiz sai de dentro de mim.
      -Tive uma ideia, eu sou um caçador de talentos – continuou com um grande sorriso.
      -O que é isso, o que é que um caçador de talentos faz no monte?- perguntei confuso.
      -Estou no intervalo das gravações, sim, viemos gravar o novo programa de televisão: “Transformando Vidas”.
          Olhei fixamente para o jovem senhor e nem sequer pensei duas vezes na resposta. Tonto de entusiasmo gritei até casa: “- vou ser artista, vou aprender a tocar…”
          Agora, acredito que querer é poder, com trabalho e empenho conseguimos sempre melhor .

 Texto coletivo do 6º G

O meu olhar...

E numa tarde , em que por acaso o tio Trindade nos veio visitar, fomos para a varanda, sentámo-nos e o meu tio ensinou-me a pôr as cordas no cavaquinho. Corri para o monte, sentei-me no seu cume e deitei-me na relva verde e macia. Adormeci durante uns 10 minutos... acordei com uma lágrima no olhos. “Teria sonhado com o meu pai? Pensei de mim para mim.” Realmente não sei, mas via a sua imagem a tocar cavaquinho. o mesmo que eu próprio tinha afinado.
Talvez o meu pai me tenha dado inspiração, dado a sua paixão pela música, a qual nunca foi muito valorizada. Comecei a tocar , à medida que os meus dedos passavam pelas cordas, senti uma vontade de libertar tudo. Aquele ''tudo'' que não tinha entendido quando a Fatinha tinha falado comigo sobre a doença do meu pai, o ''tudo'' que queria ter dito ao meu pai, enquanto podia.
Tenho saudades do meu pai, de sentir a sua presença quando chegava a casa, da escola. Creio que não possa lamentar a sua morte, pois acho que está num lugar melhor, mas, sim, celebrar a sua vida. Lembro-me do meu pai com um sorriso no rosto, porque não há nada a lamentar! Volto para casa e olho para o tio Trindade que me acena com grande alegria, também não deve ter sido fácil para ele, mas, na verdade, acho que toda a gente está a tentar evitar este assunto, pois apesar de não ser um assunto assim tão recente, ainda vai demorar a cicatrizar.

                                                                              Inês, 6ºG

 
Texto de opinião sobre a obra "Pedro Alecrim"

Eu li a obra "Pedro Alecrim", do autor António Mota e gostei muito de toda a história, especialmente dos temas da atualidade, pois devemos refletir sobre os desafios da vida.  Neste texto vou falar de alguns capítulos que mais me agradaram e cativaram, motivando-me para ler história até ao final.
Na minha opinião, esta obra faz-nos refletir sobre as diferentes realidades da vida de todos: Pedro Alecrim é um menino que vive com dificuldades económicas,  gosta muito de ajudar a sua mãe a enfrentar o dia a dia. Considero que o primeiro capítulo é muito interessante. Gosto também da forma como o autor descreve fisicamente o Luís em dias de prova de avaliação e quando o Luís diz: "–Ó stôra! Copiar? Nós?!... Era o que faltava… A gente não sabe fazer destas coisas… Ainda somos muito novinhos…". Lembro-me das aventuras que eu e os meus colegas vivemos nas aulas.
Por fim, vou falar da parte da história que mais me desiludiu: a morte do pai de Pedro Alecrim, pois a sua  mãe fez tudo o que podia para que ele melhorasse. A morte é um acontecimento que ainda não aceitamos, mas é um desafio da vida. Também, nesta situação Pedro Alecrim esteve ao lado da família.
Em suma, esta obra é fantástica e eu recomendo a sua leitura, porque podemos ver como é a própria realidade da vida, num pequeno livro com grandes aprendizagens.
 
 Bruna,6ºG


A minha opinião sobre a obra “Pedro Alecrim”

Eu li a obra “Pedro Alecrim”, do autor António Mota e gostei muito, principalmente, da parte em que ele vai a casa do seu tio e sente a ajuda de alguém, pois é muito importante não nos sentirmos sós. Na minha opinião esta obra   leva-nos a refletir em certos momentos da vida:  algumas situações trazem sofrimento, mas há sempre momentos em que ficamos felizes.
Nesta obra, gostei muito da parte em que Pedro e Nicolau pensavam que aquelas cabecinhas no lago eram peixes, mas afinal eram umas rechonchudas rãs…Ri-me muito.
O episódio em que o Pedro encontrou o Luís, num canto da escola, triste, com a atitude do seu pai fez-me pensar nas famílias que vivem esta situação. A parte em que o seu pai morreu não foi do meu agrado, pois para mim, as histórias deviam ter finais felizes.
A obra despertou em mim a reflexão sobre os desafios da vida e as lições que temos que aprender para superar as dificuldades. Recomendo a leitura a todas as pessoas, jovens e adultos, pois é uma obra fantástica.

                                                                                     6ºG, Rodrigo
 
Com estes percursos de leitura da obra reiteramos a necessidade de formar leitores dinâmicos que são levados a mergulhar nas histórias acionando-se técnicas com foco na capacidade de imaginar, de sentir o que estamos a imaginar, durante o ato de ler.  Importa deixar fluir a leitura com consciência criativa para que o aluno/o leitor construa os sentidos do que lê, envolvendo-se ativamente, à descoberta da obra.

                                                                                        A professora de português