segunda-feira, 18 de maio de 2015

Autor em destaque - Álvaro Magalhães

O autor em destaque do mês de maio é Álvaro Magalhães, um grande escritor de literatura infantojuvenil portuguesa. Para além da exposição sobre a vida e a obra deste escritor, podes encontrar mais informação sobre a sua vida aqui. Lê esta maravilhosa entrevista aqui e aproveita e visualiza também estes vídeos sobre este autor:






Visita, com alguns leitores da Visão Júnior, o escritor, em sua casa, aqui.

Na tua biblioteca, encontras muitos livros escritos por Álvaro Magalhães. Estamos à tua espera! 

BOAS LEITURAS!



quarta-feira, 13 de maio de 2015

Celebrar a diversidade cultural

Hoje, no âmbito do projeto «Celebrar a diversidade cultural», realizou-se na biblioteca D. Luís de Loureiro uma sessão sobre diversidade cultural, em articulação com a Rede Europeia Anti-pobreza. Os alunos do 8.º ano refletiram sobre esta problemática  e realizaram um jogo, em colaboração com Bakar, um cidadão da Guiné Bissau. A nossa gratidão à EANP pela preciosa colaboração nesta atividade.

Da parte da tarde, atividade que envolveu toda a escola (cerca de 70 participantes) e que antecipou a comemoração do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvolvimento, que se celebra no dia 21 de maio, a biblioteca promoveu um workshop subordinado ao tema «Danças do Mundo».  Agradecemos desde já a colaboração amiga das professoras Cátia Branco e Maria José Bento na aprendizagem da "zumba", bem como da Margarida Fonseca, da Escola de Dança «Lugar Presente» que nos ensinou a "dança do ventre".

Este projeto incluiu ainda a realização de atividades em articulação com as disciplinas de Geografia, EMRC e Formação Cívica das turmas do 8.º ano, a saber:
  •  sessões de sensibilização  sobre diversidade cultural e cultura cigana (Formação Cívica);
  •  reflexão e debate sobre a questão da diversidade cultural e religiosa (Geografia e EMRC).
Deixamos aqui o registo das atividades realizadas hoje, ao longo do dia.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A Guerra Colonial na primeira pessoa

Nos dias 20, 22, 24 e 28 de abril nas Bibliotecas do Infante e D. Luís de Loureiro, ex-combatentes da Guerra Colonial deram o seu testemunho aos alunos do 6.º ano. O evento foi organizado pelo grupo de História do 2.º ciclo. Estiveram presentes o presidente da delegação de Viseu da Associação de Deficientes das Forças Armadas (ADFA), João Gonçalves e um colega da associação.

Os alunos colocaram questões muito pertinentes aos ex-combatentes e as suas respostas, para além de transmitirem conhecimentos históricos, foram autênticas lições de vida. Deixamos aqui o registo de alguns desses momentos.





quinta-feira, 30 de abril de 2015

Autor em destaque

O autor em destaque na Biblioteca do Infante e na Biblioteca D. Luís de Loureiro, ao longo do mês de abril, foi o escritor Valter Hugo Mãe

Conhece aqui a sua biografia e as obras que publicou.

Aproveita e vê também esta entrevista: 



e lê este maravilhoso texto sobre as bibliotecas.


«As bibliotecas são como aeroportos. São lugares de viagem. Entramos numa biblioteca como quem  está a ponto de partir. E nada é pequeno quando tem uma biblioteca. O mundo inteiro pode ser convocado à força dos seus livros.
Todas as coisas do mundo podem ser chamadas a comparecer à força das palavras, para existirem diante de nós como matéria da imaginação. As bibliotecas são do tamanho do infinito e sabem toda a maravilha.
Os livros são família direta dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos pássaros. Os livros são da família das nuvens e, como elas, sabem tornar-se invisíveis enquanto pairam, como se  entrassem para dentro do próprio ar, a ver o que existe dentro do ar que não se vê.
O leitor entra com o livro para dentro do ar que não se vê.
Com um pequeno sopro, o leitor muda para o outro lado do mundo ou para outro mundo, do avesso da realidade até ao avesso do tempo. Fora de tudo, fora da biblioteca. As bibliotecas não se importam que os leitores se sintam fora das
bibliotecas.
Os livros são toupeiras, são minhocas, eles são troncos caídos, maduros de uma longevidade inteira, os livros escutam e falam ininterruptamente. São estações do ano, dos anos todos, desde o princípio do mundo e já do fim do mundo. Os livros esticam e tapam furos na cabeça. Eles sabem chover e fazer escuro, casam filhos e coram, choram, imaginam que mais tarde voltam ao início, a serem como crianças. Os livros têm crianças ao dependuro e giram como carrosséis para as ouvir rir. Os livros têm olhos para todos os lados e bisbilhotam o cima e baixo, o esquerda e direita de cada coisa ou coisa nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Querem ver e contar. Os livros é que contam.
As bibliotecas só aparentemente são casas sossegadas. O sossego das bibliotecas é a ingenuidade dos incautos. Porque elas são como festas ou batalhas contínuas e soam trombetas a cada instante e há sempre quem discuta com fervor o futuro, quem exija o futuro e seja destemido, merecedor da nossa confiança e da nossa fé.
Adianta pouco manter os livros de capas fechadas. Eles têm memória absoluta. Vão saber esperar até que alguém os abra.
Até que alguém se encoraje, esfaime, amadureça, reclame direito de seguir maior viagem. E vão oferecer tudo, uma e outra vez, generosos e abundantes. Os livros oferecem o que são, o que sabem, uma e outra vez, sem refilarem, sem se aborrecerem de encontrar infinitamente pessoas novas. Os livros gostam de pessoas que nunca pegaram neles, porque têm surpresas para elas e divertem-se a surpreender. Os livros divertem-se.
As pessoas que se tornam leitoras ficam logo mais espertas, até andam três centímetros mais altas, que é efeito de um orgulho saudável de estarem a fazer a coisa certa. Ler livros é uma coisa muito certa. As pessoas percebem isso imediatamente. E os livros não têm vertigens. Eles gostam de pessoas baixas e gostam de pessoas que ficam mais altas.
Depois da leitura de muitos livros pode ficar-se com uma inteligência admirável e a cabeça acende como se tivesse uma lâmpada dentro. É muito engraçado. Às vezes, os leitores são tão obstinados com a leitura que nem acendem a luz. Ficam com o livro perto do nariz a correr as linhas muito lentamente para serem capazes de ler. Os leitores mesmo inteligentes aprendem a ler tudo. Leem claramente o humor dos outros, a ansiedade, conseguem ler as tempestades e o silêncio, mesmo que seja um silêncio muito baixinho. Os melhores leitores, um dia, até aprendem a escrever. Aprendem a escrever livros. São como pessoas com palavras por fruto, como as árvores que dão maçãs ou laranjas. Dão palavras que fazem sentido e contam coisas às outras pessoas. Já vi gente a sair de dentro dos livros. Gente atarefada até com mudar o mundo. Saem das palavras e vestem-se à pressa com roupas diversas e vão porta fora a explicar descobertas importantes. Muita gente que vive dentro dos livros tem assuntos importantes para tratar. Precisamos de estar sempre atentos. Às vezes, compete-nos dar despacho. Sim, compete-nos pôr mãos ao trabalho. Mas sem medo. O trabalho que temos pela escola dos livros é normalmente um modo de ficarmos felizes.
Este texto é um abraço especial à biblioteca da escola Frei João, de Vila do Conde, e à biblioteca do Centro Escolar de Barqueiros, concelho de Barcelos. As pessoas que ali leem livros saberão porquê. Não deixa também de ser um abraço a todas as demais bibliotecas e bibliotecários, na esperança de que nada nos convença de que a ignorância ou o fim da fantasia e do sonho são o melhor para nós e para os nossos. Ler é esperar por melhor. »
in Jornal de Letras, 15 a 28 de maio de 2013

Procura, na tua biblioteca, um livro deste autor e ... boas leituras!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Concurso de Leitura da turma Vocacional

Em articulação com a professora de Português, a biblioteca D. Luís de Loureiro está a realizar um concurso de leitura com  a turma do Vocacional, em torno do livro «Hipopóptimos, uma história de amor», de Álvaro Magalhães.
 
Os alunos farão a leitura orientada do livro na aula de Português e, no final, realizar-se-á, na biblioteca, uma prova de avaliação da leitura.
 
Hoje, os alunos estiveram na biblioteca a conhecer a vida e a obra de Álvaro Magalhães, um dos maiores escritores da literatura juvenil portuguesa.
 

 
 

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Formação sobre Cultura Cigana - Pais e Encarregados de Educação

No dia 24 de abril, na Biblioteca D. Luís de Loureiro, decorreu uma sessão de formação sobre Cultura Cigana, dinamizada pela Dr.ª Maria José Vicente, da Rede Europeia Anti-pobreza. Estiveram presentes cerca de 30 Pais/Encarregados de Educação de etnia cigana.
 
 

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Concurso «Estendal de Poesia»

Foram anunciados hoje os vencedores do Concurso «Estendal de Poesia», promovido pela Associação de Pais da Escolas D. Luís de Loureiro em colaboração com a biblioteca D. Luís de Loureiro. Todos os alunos receberam prémios (livros e material escolar) oferecidos pela Associação de Pais da DLL.
 
E os vencedores são:
 
1.º prémio
  • Márcia Pinto, n.º 10, 7.º G
  • Marta Rodrigues, n.º 10, 6.º G
2.º prémio
  • Idalina Martins, n.º 9, 7.º H
  • Marta Tavares, n.º 12, 8.º H
3.º prémio
  • Liliana Sena, n.º 9, 8.º H
  • Gonçalo Figueiredo, n.º 9, 87º H
Parabéns a todos!